Categoria: Psicologia e Neurociência


  • Durante muitos anos, confundi tristeza com depressão. Quando me sentia mais para baixo, achava que estava deprimido. Quando alguém chorava, logo pensava que era depressão. Mas com o tempo — e principalmente ao buscar mais conhecimento e vivenciar de perto essas emoções — percebi que há uma diferença essencial entre os dois estados. E entender…

  • Durante muito tempo, achei que viver sem rotina era sinônimo de liberdade. Eu queria acordar a hora que quisesse, mudar meus planos no meio do dia e seguir apenas o que sentia no momento. Mas, com o passar dos anos, percebi que essa aparente liberdade me deixava mais ansioso, improdutivo e mentalmente cansado. Foi aí…

  • Durante muito tempo, eu achava que trauma era sinônimo de grandes tragédias. Acidentes, perdas súbitas, violências graves. Mas, aos poucos, entendi que trauma também pode ser silencioso, subjetivo e profundamente enraizado no corpo. Percebi que certos incômodos físicos e emocionais que carregava tinham origem em experiências que, na época, eu não consegui processar. Hoje, compreendo…

  • Durante muito tempo, achei que o cérebro era algo fixo, imutável. Eu pensava que nascemos com certas capacidades emocionais e que, ao longo da vida, tudo só ia se desgastando. Foi só quando conheci o conceito de neuroplasticidade que minha visão mudou completamente. Descobri que o cérebro pode se reorganizar, criar novas conexões e até…