Durante boa parte da minha vida, eu relacionei espiritualidade apenas com religião. Achava que para ter uma experiência espiritual era preciso seguir um conjunto de crenças formais ou pertencer a uma instituição. Mas com o tempo, percebi que espiritualidade é algo muito mais amplo. Hoje, entendo que cultivar um senso de conexão com algo maior…
Durante muitos anos, confundi tristeza com depressão. Quando me sentia mais para baixo, achava que estava deprimido. Quando alguém chorava, logo pensava que era depressão. Mas com o tempo — e principalmente ao buscar mais conhecimento e vivenciar de perto essas emoções — percebi que há uma diferença essencial entre os dois estados. E entender…
Durante muito tempo, eu subestimei o poder do toque e dos gestos de afeto. Achava que o carinho era apenas um detalhe, um bônus emocional. Mas em momentos de cansaço, tristeza ou solidão, percebi o quanto um abraço, um toque no ombro ou uma mão entrelaçada podiam me devolver ao presente e restaurar algo dentro…
Por muito tempo, repeti comportamentos que, no fundo, me faziam mal. Às vezes, era a procrastinação que sabotava meus próprios sonhos. Outras vezes, eram relações que insistia em manter, mesmo sabendo que me drenavam. Também havia aquela voz interna crítica, sempre pronta para me lembrar de cada erro. Eu não sabia na época, mas tudo…
Quando assumi meu primeiro cargo de liderança, pensei que o mais importante seria ter domínio técnico e saber delegar bem. Com o tempo, percebi que liderar pessoas vai muito além disso. O que realmente transforma um ambiente de trabalho é a forma como nos conectamos com quem está ao nosso lado. Descobri que a empatia…
Durante muito tempo, eu separei corpo e mente como se fossem duas esferas distintas. Achava que cuidar da saúde mental era uma coisa, e cuidar do corpo era outra completamente diferente. Mas com o tempo — e com muitas experiências pessoais e profissionais — fui percebendo que corpo e mente são profundamente conectados. O que…
Durante muito tempo, achei que viver sem rotina era sinônimo de liberdade. Eu queria acordar a hora que quisesse, mudar meus planos no meio do dia e seguir apenas o que sentia no momento. Mas, com o passar dos anos, percebi que essa aparente liberdade me deixava mais ansioso, improdutivo e mentalmente cansado. Foi aí…
Durante muito tempo, eu achava que trauma era sinônimo de grandes tragédias. Acidentes, perdas súbitas, violências graves. Mas, aos poucos, entendi que trauma também pode ser silencioso, subjetivo e profundamente enraizado no corpo. Percebi que certos incômodos físicos e emocionais que carregava tinham origem em experiências que, na época, eu não consegui processar. Hoje, compreendo…
Durante muito tempo, acreditei que produtividade era sinônimo de trabalhar sem parar. Achava que quanto mais tempo eu passasse na frente do computador, mais eficiente eu seria. Até que comecei a perceber sinais sutis — dores no corpo, cansaço mental, dificuldade de concentração e até irritação sem motivo. Foi quando descobri as micro pausas. Pequenos…
Durante muito tempo, eu só pensava em saúde mental quando algo não ia bem. Era como se fosse algo a ser olhado apenas quando os sinais de cansaço, ansiedade ou tristeza já estivessem gritando. Foi com o tempo — e muita escuta de mim mesmo — que entendi que saúde mental também se cultiva antes…